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REVOLTADO: Ex-funcionário tenta invadir empresa com martelo por dívida de R$ 7 mil
Na frente dos PMs, o ex-funcionário passou a ameaçar o empresário de morte

Por Redação
Publicado Hoje, às 11h 37min

Foto: newsrondonia

Um desentendimento trabalhista quase terminou em tragédia na tarde desta quarta-feira (15), em um estabelecimento comercial localizado na Avenida José Vieira Caula, bairro Cuniã, zona Leste da capital de Rondônia.
 
Dois homens foram detidos pela Polícia Militar após tentarem arrombar uma empresa de cuidadores de idosos utilizando um martelo.

​A ocorrência teve início quando o proprietário do estabelecimento, acionou uma guarnição da PM informando que a loja dele estava sendo alvo de uma tentativa de invasão. 
 
Ao chegarem no local, os policiais flagraram dois acusados diante da porta. 
 
O ex-funcionário portava um martelo e tentava forçar a entrada no imóvel.
 
​Ao ser questionado pelos militares, o acusado confessou a ação. Ele alegou que o empresário lhe deve a quantia de R$ 7.000,00 e que, diante da recusa no pagamento, decidiu invadir o local para retirar duas centrais de ar-condicionado como forma de quitar a dívida.
 
​O martelo utilizado na tentativa de arrombamento pertencia a um vizinho, que afirmou aos policiais que a ferramenta foi retirada de sua posse sem consentimento.

​O clima de tensão não diminuiu nem com a presença da Polícia Militar. 
 
Na frente dos PMs,  o ex-funcionário passou a ameaçar o empresário de morte, afirmando  que “ainda hoje ele iria morrer” e que sua vontade era “usar o martelo na cabeça dele”.
 
​Diante dos fatos, os envolvidos foram detidos. O caso foi registrado como exercício arbitrário das próprias razões (fazer justiça com as próprias mãos), dano e ameaça. 
 
Foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) após os infratores se comprometerem a comparecer em juízo.

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Fonte: rondoniaovivo

Aviso Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos e/ou envolvidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens e emitir algum juízo de valor.