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Moradores do distrito de Calama denunciam onda de crimes e falta de policiamento
​Em menos de 15 dias, residências e comércios foram alvos de criminosos

Por Redação
Publicado Hoje, às 10h 41min

Foto: portalp1

Localizado às margens do rio Madeira, o distrito de Calama, em Porto Velho (RO) enfrenta uma onda de violência que tem tirado o sono dos moradores. 

Através das redes sociais e canais de denúncia, cidadãos da localidade fazem um apelo desesperado por segurança pública, relatando que a ausência de policiamento ostensivo transformou o distrito em alvo fácil para criminosos.

​Um dos relatos mais recentes envolve uma idosa, moradora da região. No último domingo (26), enquanto a senhora se ausentava de casa por apenas duas horas para participar de uma escola bíblica na igreja local, criminosos invadiram sua residência.
 
​Ao retornar, por volta das 10h da manhã, a idosa encontrou o imóvel revirado e constatou que havia sido vítima de furto. 
 
"Vem aqui fazer um pedido de socorro, porque nós, cidadãos de bem, estamos passando por momentos muito difíceis", desabafou um familiar da vítima, que preferiu não se identificar por medo de retaliações.

​A onda de crimes não poupa nem os pequenos empreendedores. 
 
Há menos de 15 dias, o estabelecimento comercial de um morador também foi invadido. 
 
Segundo relatos da comunidade, os criminosos levaram uma grande quantidade de mercadorias, gerando um prejuízo financeiro significativo para o comerciante.
  
​A principal reclamação da comunidade de Calama é a falta de efetivo policial. 
 
Os moradores afirmam que a sensação de impunidade encoraja os ladrões, que agem à luz do dia, sabendo da dificuldade de resposta rápida das forças de segurança devido à distância.
 
​"Pedimos socorro em nome da comunidade de Calama. Por favor, nos ajudem", clama o texto que circula em grupos de mensagens e redes sociais, direcionado às autoridades de Porto Velho e ao Governo do Estado.

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Fonte: rondoniaovivo

Aviso Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos e/ou envolvidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens e emitir algum juízo de valor.