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Técnica de enfermagem indígena é morta a tiro em aldeia de RO; companheiro é preso
Crime é investigado como feminicídio e pode ter sido motivado por conflitos no relacionamento, segundo a polícia

Publicado Ontem, às 15h

Foto: PC/RO

Uma técnica de enfermagem indígena, de 38 anos, foi morta com um tiro no rosto dentro de uma aldeia localizada na Terra Indígena Rio Branco, na zona rural de São Miguel do Guaporé (RO), no último fim de semana. O caso gerou forte comoção entre moradores da comunidade e profissionais da saúde que atuam na região.

De acordo com informações da Polícia Civil, o principal suspeito do crime é o companheiro da vítima. Ele chegou a se apresentar espontaneamente às autoridades acompanhado de um representante de um órgão de apoio aos povos indígenas, sendo ouvido e liberado inicialmente por não haver situação de flagrante ou mandado de prisão naquele momento.

No entanto, após o avanço das investigações, o suspeito foi preso no dia seguinte. A polícia apura as circunstâncias do crime, que foi classificado como feminicídio. Testemunhas relataram que o relacionamento era marcado por conflitos e possíveis ameaças anteriores, e a motivação pode estar ligada a ciúmes.

Embora o investigado alegue que o disparo tenha sido acidental, os primeiros levantamentos apontam indícios contrários à versão apresentada. Perícias técnicas e novos depoimentos devem ajudar a esclarecer a dinâmica do crime.

A vítima atuava na área de saúde indígena, prestando atendimento em comunidades da região, sendo reconhecida pelo trabalho desenvolvido. Sua morte causou grande impacto entre colegas, familiares e moradores da aldeia.

A Polícia Civil segue com as investigações para concluir o caso e determinar a responsabilidade do suspeito.

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Aviso Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos e/ou envolvidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens e emitir algum juízo de valor.